L E T R A D O S em prosa e verso


18.11.10


Esqueci a senha! Nossa que loucura. Hoje pensei nos tempos bons de blogueiro enquanto desperdiçava meu tempo nas coisas fúteis da net. Estou viciado naqueles joguinhos do orkut. Nunca pensei.... Quando nao estou fazendo nada...continuo fazendo nada. Para que serve mesmo aquilo? Ficar plantando e colhendo algo que parece ser seu, mas que na verdade não é!  Tá certo, distrai a mente. Mas em outros tempos não era assim. Tinha o blog sabe. Todo dia estava eu lá. Blogando  e postando algo novo. Era mais proveitoso, mais inteligente. Quero voltar urgente. Tantos textos perdidos, não postados. Tantas historias não contadas. <Mas ainda dá tempo de recomeçar. 

Minha vida mudou bastante. No inicio dos "letrados" estavamos na faculdade, cheio de idéias para mudar o mundo. Mudamos um pouco, claro. Cida anda sumida, mas sei q tá bem. virou mesmo professora e largou pra sempre a tirania do patrão e aquela vidinha de secretária. Alex mudou da agua pro vinho e ninguem o reconhece mais no album de foto da turma. Hoje é conhecido como cicinho. Não, nao mudou de sexo. è meu melhor amigo, eu saberia. Digamos que a mudança fez bem pra ele. 

Sinto saudade e falta da bagunça. Blogar era bom. Dividir este espaço era o máximo e tudo ficava mais divertido. Fizemos amigos e conhecemos gente. Quero isso de volta! 

Até breve!

Escrito por M@rciº às 00h49
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08.01.10


Hoje eu perdi mais tempo escovando os dentes. parei por uns minutos olhando sua escova e várias imagens se passaram na minha mente e eu recordava os momentos bons que passamos juntos. Seu sorriso, seu olhar....me alegraram por esse tempo. É bom recordar coisas boas e sentir q valem a pena quando se está feliz. Não me arrependo de nada do que fiz e faço, pois está ao seu lado significa muito pra mim. Não importa o que as outras pessoas digam. Sigo o meu coração, e embora ele queira sempre algo mais, não se pode ter tudo.
Ainda sinto sua falta e sempre antes de dormir tenho a sensação que você vai me ligar. Durmo esperando. Vazio de você.
Queria ser seu primeiro amor, sua companhia, seu amigo leal, companheiro....sorrir teus momentos felizes e chorar tuas tristezas.

Escrito por M@rciº às 18h07
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20.05.09


As vezes fico confuso e nem procuro a razão de certas coisas. O amor quando vem,deixa a gente meio tonto, desequilibrado. Como dizia Nietzshe "Sempre há um pouco de loucura no amor, porém sempre há um pouco de razão na loucura". O que importa mesmo pra mim é aquele momento quando vc aparece. Esqueço tudo! Só vejo vc e sinto novamente meu coração descompassado. E me rendo a esse sentimento que me faz ser feliz, completo. Mesmo que seja por uma noite, por um dia, ou por apenas alguns momentos. "O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis". Assim acontece com a gente. Não quero perder essas pequenas alegrias esperando a grande felicidade, pois não existe um caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho.

Escrito por M@rciº às 20h28
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10.12.08


PUDOR

Certas palavras nos dão a impressão de que voam, ao saírem da boca. "Sílfide", por exemplo. É dizer "Sílfide" e ficar vendo suas evoluções no ar, como as de uma borboleta. Não tem nada a ver com o que a palavra significa. "Sílfide", eu sei, é o feminino de "silfo", o espírito do ar, e quer mesmo dizer uma coisa diáfana, leve, borboleteante. Mas experimente dizer "silfo". Não voou, certo? Ao contrário da sua mulher, "silfo" não voa. Tem o alcance máximo de uma cuspida. "Silfo", zupt, plof. A própria palavra "borboleta" não voa, ou voa mal. Bate as asas, tenta se manter aérea mas choca-se contra a parede. Sempre achei que a palavra mais bonita da língua portuguesa é "sobrancelha". Esta não voa mas paira no ar, como a neblina das manhãs até ser desmanchada pelo sol. Já a terrível palavra "seborréia" escorre pelos cantos da boca e pinga no tapete.

Luís Fernando Veríssimo

Numa dessas feiras de livro encontrei "Comédias para se Ler na Escola" de Verríssimo. Numa seleção ótima de Ana Maria Machado e que eu recomenda. Dei muitas risadas com as crônicas. Para ler na íntegra esse texto acesse : http://ciberduvidas.sapo.pt/antologia.php?rid=765

Escrito por M@rciº às 17h59
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30.09.08


Tive medo dessa vez. Estava ficando fora de controle e tudo que eu sabia dizer era: "amanhã eu falo". 

O tempo é nosso inimigo pra várias coisas e se deixamos o sol se por sobre algumas questões, o dia nos leva a coragem da noite. Então passa-se mais um dia, mais uma noite. numa repetição indesejada. Por quê?

Oras, talvez medo. Quem não tem? Dizer a quem vc ama que sinto muito, estou apaixonado? Não é tão facil assim....

Ei! isso é Covardia.

A vida é rápida demais, meu caro. Não vale a pena insistir num erro quando a vida se abre, se oferece a cada dia. Oportunidades que vemos passar, sem volta. E arrependimento é aquele amargo na boca que fica, tira o sono, descontrola. Mas te disse...toma coragem e acaba com essa tortura de uma vez. Corres riscos, eu sei...mas ficar só não é tão ruim assim. Até que mereces esse castigo por ter sustentado tudo isso por tanto tempo. São 15 anos meu brother. Não é apenas você. O egoísmo está nas tuas entranhas e desse mau não quero partilhar nunca.

Deixa disso. Terei coragem.....talvez amanhã...hoje não direi que a amo.    

Escrito por M@rciº às 19h17
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28.08.08


Faz um bom tempo que não escrevo algo pessoal. Parece umas férias de mim. Algo que retomei com intensidade por esses dias. Essa necessidade que tenho de contar histórias. Reais ou não, quero contar todas. EM MEMORIA DE MIM.

Esitei por uns instantes apenas. Mas as letras se juntavam formando versos na memória. As mãos já não se contralam. Um desejo de me refazer em palavras. 

E lá no fundo da gaveta, bem secreto, bem às escondidas, entre camisas e bermudas estava ele. A capa de um vermelho couro ainda brilhava. Peguei com o cuidado de um artesão diante da sua obra. O tesouro das minhas lembranças. Histórias que iam se reinventando, se reagrupando a cada leitura. Fragmentos de poemas, contos de coisas simples, crônicas de uma vida real.

Saudoso de nossas horas rabisco algumas linhas. 

Vou contando meus segredos.

Escrito por M@rciº às 23h38
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27.08.08


Estou inspirado para algo novo neste espaço.  "Em memória de mim".

Escrito por M@rciº às 22h02
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14.05.08


O dia das mães nunca passa

Saudades meu querido,
Meu dia das mães foi lindo adoro ser mãe:

Ser mãe

A melhor coisa que eu fiz nesta minha vida de sol e luas foi optar pela maternidade. Adoro dizer que tenho três filhos. Adoro esse meus frutos que nem sei se mereço.Três amores frutos de um único amor. Três estradas de um mesmo início. Três vidas, pelas quais vivo e morro se for preciso. Três indecifráveis criaturas para quem em extremo estado de graça ofereço a luz de todas as manhãs e a alegria mais espaçosa possível.
Ser mãe é reaprender a amar.


Canção p´ra três

Meu ventre gerou três vidas,
Três sonhos
Três ave-marias
Meu sangue alimentou
Três fetos,
Três filhos,
Três amores
Pra saudar o dia
Minha vontade produziu três vozes
Três ideais de um amor bem escolhido
Meus filhos
São o melhor legado
São os frutos desse meu pecado
Sagrado, livre e fecundo.
Meus filhos
São três construções eternas
Que de amor e sonho
Eu ofereço ao mundo...


Eurídice Hespanhol – Maio 2007

beijos Suassuna!

(Envidado por uma grande amiga que amo de paixão...achei lindo demais.)

Escrito por M@rciº às 20h04
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Brincadeira de Criança

Brincadeira de roda
Brincadeira de pique
Brincadeira de pega
Brincadeira, Brincadeira

Brincadeira na sala
Brincadeira na rua
Brincadeira na praça
Brincadeira, Brincadeira

Brincadeira no cinema
Brincadeira no shopping
Brincadeira de beijo
Brincadeira mais séria...

Brincadeira de verso
Brincadeira de prosa
Brincadeira de gente grande
Brincando de ser feliz...

Denize Mendes

Tô brincando de ser feliz,,,,,,,rsrs muitos bjusssssss no seu coração!!!

Escrito por M@rciº às 20h02
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04.05.08


 

                  Chovia naquela noite. Meu Deus como chovia. Os trovões era a voz do próprio Deus. Os raios transformavam a noite em dia. Clarões intermitentes que apavoravam. Molly latia assustada, estava com medo. Eu estava com medo. Um ar sombrio, propício para um acerto de contas.

Parada à porta da sala, olhava fixamente para o portão. Queria disfarçar a ansiedade mas estava só e queria vê-lo, apesar de tudo. Por várias vezes dizia que não queria. E não queria mesmo. Mas alguém me dizia que era preciso. E ultimamente tem sempre alguém me dizendo alguma coisa. Herdei de você essa mania de dizer que ouço vozes, que não adianta mentir, sempre fico sabendo. Uma espécie de mediunidade bem fofoqueira, que as vezes se manifesta em amigos que temos em comum. Curioso isso não. Foi assim que soube das vezes que você me traía. E não foram poucas.

                  Mas chove na cidade e minha raiva vai se esvaindo como água da chuva que escorre pelo portão. Meu Deus! A chuva. Ele vai se molhar todo. Com certeza está sem  guarda-chuva. Nunca saiu de casa com ele. Aliás, tava sempre esquecendo alguma coisa. Essa hora deve ta todo encharcado. A roupa colando ...aquela calça jeans apertada..fazendo aquele volume todo.... Sua blusa colada no peito, definindo seus músculos...que saudade daquele peito...e seus pêlos...nossa acabei me molhando.

                  Não resisti e fui ao seu encontro. Propositalmente levei apenas um guarda-chuva. A cada passo,  meu peito batia mais depressa. Pensei que isso já teria acabado, mas naquele momento tive certeza do que ainda sinto. Mas parei. Preciso ser forte. Que isso? Pareço uma idiota. Ele não merece meus cuidados, minha preocupação. Isso é que não. Foi aí que começou a doer novamente. Se não fosse isso talvez eu teria ido ao seu encontro. Voltei. Dessa vez tem que ser diferente. Quem manda magoar um coração apaixonado. Tomara que um raio caia na sua cabeça! Não, raio já é de mais também. Afinal todo mundo merece uma chance. Rezei com toda minha fé para que ele chegasse inteiro. Sempre fui boba mesma. Sempre acreditei que as pessoas podem mudar. A utopia de um mundo melhor, sem amores canalhas e mulheres sofridas.

                  Ele vem!  E vou tê-lo nos braços novamente. Isso é que importa. Toda ansiedade do mundo lhe invadia. Caminhou até a cozinha. Preciso preparar alguma coisa. Ao certo está com fome. Ainda lembro do seu prato favorito. E fica pronto num instante. Ainda tem aquele vinho meu amor. Aquele que você adora. E esse tempo pede vinho. Quando bebíamos esquentava tudo. Pegava fogo mesmo. Eu já sabia que ia ter vários orgasmos. Você se transformava. Era de uma virilidade de impressionar. Demorava a gozar e ficava dentro de mim por horas. Claro, toda palavra é exagero. Mas era a combinação perfeita para hoje.

 

                  Ela não sabia se devia perdoar, mas sentia que ainda o ama. A felicidade estava voltando. Seu coração se enchia de esperança. Sentou no sofá, sintonizou o rádio e adormeceu.

                  Fernando nunca voltou.

Escrito por M@rciº às 14h28
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01.04.08


Nosso beijo

 

Se te dou beijos de sal

É batismo, virei santa!

Se tens sede, beijo mais

Não por ser mulher profana

É que sou de muitas águas

Yemanjá quase sacana

Mas meu beijo é só início

Afinal sou de brinquedo

Pião de roda, folguedo!

Meu beijo é de cabra cega

Pique de estátua, pega-pega.

Pipa de vôo duvidoso

Escorregadio, gostoso!

Meu beijo é de infância atrasada

Nesta mulher sem fronteira

É vento atrevido, brincante

Riscando em tua boca amante

A chama de uma fogueira.

 

Eurídice Hespanhol

 

In desconfidências

(Eurídice, grande amiga e parceira em eventos de poesia. Bjs)

Escrito por M@rciº às 12h57
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13.03.08


Vinho e poesia

EU quero marcar esse momento
registrá-lo com um poema nosso
pra lembrar dessa alegria de revê-los, tê-los.
sim, ter é saber no pensamento
o que de verdade se escolhe.
E a escolha é dom do pensamento...
É o que se eterniza no momento.

Gostaria de Extrair o que sai do peito
mas a emoção contida, se traduz em poesia.

Quero eternizar esse momento..

Fim!

Quem disse que era o final...
A emoção eterniza-se neste poema....
Emoção, momento...hoje sou feliz!

Depois de umas taças de vinho, a turma do lettados e uma ilustre convidada do "Poesia sem fronteiras" resolvemos escrever uns versos. Um tipo de poema coletivo...um escreve e outro continua..deu nisso. Tem mais..vou publicar depois. Estávamos felizes, tínhamos acabado de participar de um SArau na faculdade e nossa sensibilidade aflorada pela poesia e pelo vinho. Obrigado a todos por esse momento.

Escrito por M@rciº às 17h03
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VEM AÍ...PROF CIDA E O NOVAS POSTAGENS..
UM GRANDE ABRAÇO A TODOS!

Escrito por M@rciº às 17h01
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10.05.07


A POESIA

Onde está
a poesia? Indaga-se
por toda parte. E a poesia
vai à esquina comprar jornal.
Cientistas esquartejam Puchkin e Baudelaire.
Exegetas desmontam a máquina da linguagem.
A poesia ri.

Baixa-se uma portaria: é proibido
misturar o poema com Ipanema.
O poeta depõe no inquérito:
Meu poema é puro, flor
Sem haste, juro!

(...)

apenas um fragmento de "A poesia" de Ferreira Gullar

Amigos estamos voltando!!! Em breve poemas novos de Cida e Alex e dos nossos poetas e poetisas preferidos...

Grande Beijo!

Escrito por M@rciº às 07h49
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30.01.07


Sua escova de dente

 

 O simples ato matinal se repetia em movimentos frenéticos e desordenados

O olhar refletido no espelho não era o mesmo daquela manhã de setembro quando acordamos pela primeira vez. Não esbocei nenhum sorriso, pois sabia que seu lugar na cama estava vazio.

Meu corpo excitado pedia pelo seu. Sexo com café: Tua cor chocolate e meu sabor preferido.  Carência afetiva.

Sua escova no balcão da pia, agora desusada me dizia que ainda não era o fim. Esperávamos tua volta. Ela e eu na ansiedade suicida.

Parei por instantes olhando aquele objeto que me trazia você de volta.

Vi teu sorriso no espelho, teus olhos em lágrimas quando disse que me adorava. 

 

Agora na lembrança

 O amargo gesto de Adeus.

 

Amigos blogueiros, tiramos longas férias e na verdade nem sei se estaremos aqui neste espaço. To vendo outra casa pra blogar...mas adoro estar aki e ter a participação de todos voces. tivemos muitas alegrias e fizemos muitas amizades que guardarei com carinho. Volto a visitar vocês. bjs a todos!

Escrito por M@rciº às 16h15
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11.08.06


O Poder do Discurso

“Mas, o que há, enfim, de tão perigoso no fato de as pessoas falarem e de seus discursos proliferarem indefinidamente? Onde está o perigo?”.

Michel Foucault

 

Ano de eleição. Candidatos com suas propostas, seus discursos invadem nossa casa todos os dias. Estão nos jornais, na televisão, no rádio, por toda parte. Seguros de si apresentam soluções para mudar o Brasil e fazer dele um país digno e justo que segundo eles, nunca foi. O discurso já é conhecido de todos. Torna-se repetitivo. Propostas para a educação, para saúde e segurança estão sempre na pauta. “São as áreas deficientes”.

Mas não pense você que o discurso é apenas aquilo que se manifesta, pois ele está longe de ser o elemento transparente ou neutro. Na política, por exemplo, exerce de modo privilegiado algum de seus mais temíveis poderes.

A instância do discurso é-nos apresentada por Michel Foucault, na Ordem do Discurso, enquanto resultado de diversos sistemas de controlo da palavra. O filósofo afirma haver uma relação entre o discurso e o poder, resultado das mais diversas práticas restritivas da palavra: sejam aquelas que limitam o que pode ser dito, o que pode ser dito de verdadeiro, o que pode ser dito de razoável, operando uma espécie de bloqueio no murmúrio anônimo, limitando os sujeitos falantes.

Se o discurso é uma prática social, a prática do discurso não poderá ser entendida separadamente das práticas que não são discursivas, pois a palavra é alvo do exercício de poderes que a controlam; os poderes não incidem apenas sobre os corpos, mas também sobre as palavras. E porque sucederá isso? Ao que parece, pela suspeita de que há na atividade discursiva «poderes e perigos que imaginamos mal» (Foucault) e porque o discurso é também objeto do desejo, “o discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas é aquilo pelo qual e com o qual se luta, (Ibidem).

Fiquemos atentos, caros leitores, sobre o jogo das relações sociais, enfatizando o contraste entre a essência e a aparência do discurso, o que é dito é realmente isso? Muitas vezes o discurso esconde uma vontade de poder provocado por um sistema social regido pela falta de valores onde o homem deixa de ser o centro e passa a ser parte do sistema.

Sejamos bons observadores e bons críticos!

Escrito por M@rciº às 16h44
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07.08.06


N O I T E

noite.jpg

A noite voltou sem estrelas, sem lua, sem poesia.

O poeta solitário olha da janela procurando inspiração. “Tão diferente meu Deus!”.

Os versos se perdem, não se combinam, não rimam.

Escuridão noturna, desilusão diurna. O amor que se foi com o dia.

Ele esvazia

 a última taça do vinho que já não tem mais o mesmo gosto

“Vinho tinto de sangue”

A vida amarga nas lembranças boas

Talvez eternas.

Rabisca, apaga, rabisca!

Entende o sentido da borracha que vai apagando, apagando, apagando.... 

Amassa o papel e sorri.

 

Que felicidade é essa que durou tão pouco?

 

Foto tirada da net : ferrus.blogs.sapo.

Escrito por M@rciº às 08h55
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05.08.06


Ausência

 

Queria entender essa tristeza que vai invadindo o peito a cada despedida tua.

Essa ausência se construindo em teus passos, em teus acenos de até mais.

Fico mudo, desconcertado. Ausente de minha realidade.

O dia já não é o mesmo sem você. Estou preso e condicionado à tua noite.

Por isso vou bebendo as horas, devorando o dia

até que ela chegue e eu possa voltar a ser completo.

Minha felicidade agora é você!

Escrito por M@rciº às 09h40
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01.08.06


Amigos, Cida e Eu estamos com saudades!! As férias estão acabando...já já a gente volta! Adoro isso aki!! Xêro! Bjs e abraços!!

"O preço do feijão

não cabe no poema. O preço do arroz

não cabe no poema.

Não cabem no poema o gás

a luz o telefone

a sonegação

do leite

da carne

do açúcar

do pão"

(Ferreira Gullar)

NÃO RESISTI!! Até breve!!

Escrito por M@rciº às 18h11
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15.05.06


DESCULPE O TRANSTORNO........

ESTAMOS EM MANUTENÇÃO.....

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Escrito por M@rciº às 13h35
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